sábado, 12 de janeiro de 2019

Breve resposta à postagem que rola por aí: 
“Diga quão velho você é – mas sem dizer a sua idade”

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Entre outras velharias...

Recebi e escrevi inúmeras cartas e telegramas (aliás, os novinhos aí sabem o que é um telegrama?). A ligação para outra cidade chamava-se interurbana e dependia de telefonista (profissão extinta, né?)

Ouvia músicas dos LP ou Compacto em um aparelho chamado eletrola.Depois em fitas cassete, depois CD, agora Spotify na web.

Odiava um perfume masculino de nome 'Lancaster' - até desisti de um namoro por isso.  Só podia ir ao cinema com o namorado se meu irmão fosse junto. Namoro em casa até, no máximo, 22 horas! 

TV Tupi só iniciava a transmissão a partir das 18 horas e terminava à meia noite! 

Dancei muito ao som das orquestras de Ray Conniff, Waldir Calmon, Burt Bacharach...Gostava e ainda gosto das composições musicais de Cole Porter, Tom Jobim...  
Curtia e ainda curto Elvis Presley, The Beatles, Rolling Stones e sou apaixonada pelas vozes das ‘Divas do Blues’

A 'véinha' tá aqui, seguindo em frente e se acostumando com as novidades tecnológicas – é claro eu me enrolo (às vezes, né?) -  graças a Deus. 

Uso diariamente a internet, mantenho página no facebook (não gosto de twitter e instagram) e até criei dois blogs sem relevância para os outros mas importantes para mim. Continuo gostando de escrever e o faço agora no computador, embora mantenha os manuscritos nas minhas antigas agendas. Afinal, sem passado como entender o presente ou se preparar para o futuro? Sei que o ‘meu’ futuro vai se reduzindo mas e daí?  Tô viva, não tô?

"Pode isso, Arnaldo?!" 
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Sueli, 12 de janeiro 2019

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