sábado, 11 de março de 2017

Conclusão alentadora...

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Ora, Graças!

Sempre observei, admiti e comentei minha lentidão para as coisas práticas, para  a vida social e política.

Nestes tempos que temos vivido aqui, "nunca antes neste país" vimos tanta desordem, descalabros, mentiras, fraudes  "eteceras".

Finalmente, para meu sossego, entendi:  tudo farinha do mesmo saco, produzida com trigo e joio, tudo junto e misturado.

Assim, não há mais por que me preocupar com a minha demora em compreender o ambiente.

Vida que segue.

Muita coisa para fazer em casa. Na MINHA casa. Cada um que cuide de si. Não sou 'bela' nem 'recatada', mas atualmente sou 'do lar'.

Então, vamos lá: ♪♫ Lerê, Lerê... Lerêrê, Lerelê ...♪♫

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quarta-feira, 8 de março de 2017

"MENINA DESTEMIDA" -



NOVA YORK — A célebre estátua de um touro feito de bronze, símbolo do otimismo financeiro no Bowling Green Park, perto de Wall Street, em Nova York, ganhou uma companhia para o Dia Internacional da Mulher. A estátua de uma menina em idade escolar intitulada "Fearless Girl", que significa "Menina Destemida", tem pose desafiadora, com mãos na cintura, e chama atenção para a desigualdade de gênero nos conselhos corporativos e para as disparidades salariais entre homens e mulheres no mundo financeiro.

"Muita gente fala sobre diversidade de gênero, mas realmente sentimos que era preciso representá-la em um patamar mais elevado", disse Anne McNally, porta-voz da empresa State Street Global Advisers, à agência de notícias Reuters.

A garotinha de bronze da artista Kristen Visbal foi colocada nas primeiras horas da madrugada desta terça-feira como "arte de guerrilha", disse McNally. Responsável pela iniciativa, a State Street discutiu com a cidade anteriormente para que a obra pudesse permanecer ali pelo menos por um tempo.

"Estamos ativamente trabalhando para que ela permaneça por um mês", disse ela. "Se a cidade decidir que deve ficar para a posteridade, estamos absolutamente de acordo com isso."

O touro, esculpido pelo artista italiano Arturo Di Modica, foi inicialmente retirado depois de colocado na frente da Bolsa de Valores de Nova York, em dezembro de 1989. No entanto, mais tarde, em resposta à opinião pública, recebeu endereço fixo, a cerca de cinco minutos de caminhada da Broadway.

Apesar dos progressos alcançados, a empresa State Street informou à Reuters que uma em cada quatro das empresas que compõem o Russell 3000 Index ainda não têm representação feminina em seus conselhos.

"Hoje, estamos chamando as empresas a tomarem medidas concretas para aumentar a diversidade de gênero em seus conselhos e emitirem orientação clara para ajudá-los a começar a agir", disse Ron O'Hanley, CEO da State Street Global Advisors, em comunicado.

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"DIA INTERNACIONAL DA MULHER"

Olá,
Certamente observaram que minhas postagens hoje foram os - detestados por alguns - benditos 'textões' (que adoro !). E mais: autoria de mulheres. Afinal, hoje comemora-se (?) o "Dia Internacional da Mulher", né não? Mas eu sou brasileira e privilegio, sim, a literatura brasileira.

Claro que estão faltando textos de muitas, muitas outras escritoras basileiras que admiro e que também fazem parte da minha formação - existencial e acadêmica.
Impossível trazer para esse espaço do face a densidade e leveza ao mesmo tempo de uma LYGIA FAGUNDES TELLES, o drama derramado de uma HILDA HILST, a memória histórica extraordinária de uma RACHEL DE QUEIROZ, a consciência social de uma ELIANE BRUM, a meiguice de uma CECÍLIA MEIRELES, a observação amarga de uma ORIDES FONTELA, a doçura de uma CORA CORALINA e tantas, tantas outras vozes femininas que conseguiram e conseguem se fazer ouvir.

Espero que relevem meu entusiasmo - caso tenha havido, mas acredito que não. Ainda é pouco pelo tanto que essas e outras mulheres têm feito em várias áreas do conhecimento. Escolho - como escolhi sempre - a Literatura, por uma questão de vocação ou "chamado", como diz a própria Lygia Fagundes Telles. É mais a minha praia.
Aos que tiveram a paciência de ler, agradeço ,
Foi o meu jeito de informar que sempre tivemos o que dizer, embora tenhamos sido ignoradas por séculos.
Sueli.


segunda-feira, 6 de março de 2017

Texto de ZORAIDE ESPINOZA - Carta aos meus filhos

Ousei adaptar à minha realidade o tempo verbal desse texto que achei interessante - "Carta aos meus filhos" - (no caso, filhas).
O original diz: "Quando eu for velha..."
Já envelheci física e cronologicamente, portanto, aí está:

Agradecendo, homenageando e concordando com a autora ZORAIDE ESPINOZA .

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"Já estou velha e não sou uma velha comum, daquelas que tricotam sapatinhos para os netos, não porque eu não ache isso bacana, é porque nunca tive paciência para o artesanato, aliás, sou um desastre nessa arte.

Já estou velha e não quero que se preocupem em me visitar todos os domingos, somente para cumprir uma obrigação. Façam isso quando sintam realmente vontade de me ver, quando sintam saudades daquele cheirinho que só a "sua" mãe tem, quando sintam saudades do meu tempero, ou da forma que meus olhos olham para vocês, com orgulho, com amor e ternura.

Já estou velha e não quero que me levem feito um pacotinho de uma casa pra outra. Quero ficar no meu canto, "quero ficar na minha", vocês sabem o quanto eu valorizo a liberdade, não só a minha, mas sobretudo dos outros.

Já estou velha e quero que vocês me olhem e sintam orgulho de todas as minhas tentativas de viver a vida conforme os meus princípios, conforme a minha vontade. 
Não quero que pensem que fui egoísta, que alguma vez falhei com vocês, ou que eu amei de menos ou amei de mais. Eu simplesmente optei: eu quero ser mãe, eu quero gerar essas filhas, porque sei que serão pessoas especiais e que poderão fazer a diferença em suas vidas e nas dos demais e eu as amo muito.

Já estou velha e permitam-me ficar com meus netos e mimá-los do meu jeito, não critiquem se eu exagerar nos carinhos, nos presentes e se eu discordar com algum castigo mais pesado pra eles.
Já estou velha e não sintam pena de mim quando estiver debilitada, olhem para mim e digam: minha mãe é forte, ela vai vencer mais essa." 
E não duvidem, eu vou vencer!

E por fim:
Vivam suas vidas, trilhem seus caminhos, amem seus amores, formem-se, trabalhem, tenham êxito, criem seus filhos (se quiserem tê-los). 
Sejam corajosas, sonhem muito, sonhem alto.
Sejam gentis, retribuam sorrisos, compartilhem bons momentos, cuidem de seus corpos, mas especialmente de suas almas. 
Jamais duvidem da existência de um Ser Superior. 
Não se prendam a dogmas, não julguem nada, não condenem ninguém, não acreditem em tudo o que lhes disserem, procurem vocês as respostas. 
Usem o poder que há dentro de vocês.

PS. Acreditem em vocês. Sempre! Sejam muito felizes!
De: Sua sempre mãe

(Sueli)

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sábado, 4 de março de 2017

Desanimador


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Começo a acreditar que,  no geral,  são muitas as páginas do Facebook no Brasil  deprimentes,  com notícias e postagens as mais desalentadoras do mundo. Também as mais grosseiras, além de idiotas.
Reflexo de um quesito importantíssimo para qualquer povo: EDUCAÇÃO de base, tanto em família quanto nas escolas.

Se a gente reparar bem, vem piorando de ano em ano...

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Arnaldo Jabor

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Jamais vou entender este fenômeno chamado, Carnaval. 
Um povo sofrido, roubado, explorado, muitas vezes sem perspectivas, de uma hora pra outra, explode numa alegria sem motivo...sem limites, sem pudor. 
Homens que até sexta feira, trabalharam de terno e gravata, no sábado vão para as ruas, maquiados, vestidos de mulher, sutien por cima de peitos peludos, braços e pernas cabeludas, numa imitação grotesca e sem sentido do sexo feminino. 
Mulheres que se matam em trabalhos, muitas vezes degradantes e mal remunerados...sofrem nas filas de hospitais e creches, aparecem na passarela, cobertas de brilho e rebolando, como se não houvesse o amanhã.
Os canalhas no poder, adoram esta orgia sem sentido, porque pelo menos por alguns dias, o povo está olhando pro outro lado, enquanto eles continuam sugando cada gota de sangue e cada centavo que puderem roubar.

As ruas estão tomadas de foliões urrando de alegria...e eu me pergunto: Você está alegre por quê? Sua vida melhorou de ontem pra hoje? Seu salário aumentou? Seu filho entrou numa boa escola? Se você cair de um trio elétrico e quebrar a cabeça, vão te levar para um bom hospital? Você terá água em casa, pra tomar banho, quando voltar da gandaia?
Então me explica...Tá rindo de quê?

Você irá pra rua com esta mesma vontade, pra protestar contra esta roubalheira absurda, que está destruindo a você e ao nosso país?
Por estas e outras que os governantes adoram Carnaval e eu jamais vou entender porque nosso povo é tão alienado.

Arnaldo Jabor

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Idiota à brasileira

Idiota à brasileira
Conheça o PIB (Perfeito Idiota Brasileiro). 
E entenda como ele mantém puxado o freio de mão do nosso país

Adriano Silva - jornalista e publicitário, na Revista SUPERInteressnte 
da qual foi diretor de redação  entre 2000 e 2005.

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Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. 
Se puder, atrapalha quem pega no pesado. Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nos ombros, a toilete dos seus proprietários, e eram chamados de “tigres” – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras. 
O Perfeito Idiota Brasileiro, ou PIB, também não ajuda em casa. Influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo por ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente. 
É o tipo de cara que pede um copo d’água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. 
O PIB é especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.

O tempo do Perfeito Idiota Brasileiro vale mais que o das demais pessoas. 
É a mãe que fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça que estaciona em vaga para deficientes no shopping. É o casal que atrasa uma hora para um jantar com amigos. 
As regras só valem para os outros. O PIB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que os outros. É um adepto do vale-tudo social, do cada um por si e do seja o que Deus quiser. Só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.

O PIB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. 
A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si, mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PIB adora isso.

O PIB anda de metrô. Em Paris. Ou em Manhattan. Até em Buenos Aires ele encara. Aqui, nem a pau. Melhor uma hora de trânsito e R$ 25 de estacionamento do que 15 minutos com a galera do vagão. É que o Perfeito Idiota tem um medo bizarro de parecer pobre. E o modo mais direto de não parecer pobre é evitar ambientes em que ele possa ser confundido com um despossuído qualquer. Daí a fobia do PIB por qualquer forma de transporte coletivo.

Outro modo de nunca parecer pobre é pagar caro. O PIB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de “cheguei lá” e “eu posso”. O sujeito acha que reclamar dos preços, ou discuti-los, ou pechinchar, ou buscar ofertas, é coisa de pobre. E exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal. É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas ao que veste e carrega. 
O PIB compra para se afirmar. Essa é a sua religião. E ele não se importa em ficar no vermelho – preocupação com ter as contas em dia, afinal, é coisa de pobre.

O PIB também é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre.

E o PIB detesta ler. Então este texto é inútil, já que dificilmente chegará às mãos de um Perfeito Idiota Brasileiro legítimo, certo? Errado. Qualquer um de nós corre o risco de se comportar assim. O Perfeito Idiota é muito mais um software do que um hardware, muito mais um sistema ético do que um determinado grupo de pessoas.

Um sistema ético que, infelizmente, virou a cara do Brasil. 
Ele está na atitude da magistrada que bloqueou, no bairro do Humaitá, no Rio, um trecho de calçada em frente à sua casa, para poder manobrar o carro. 
Ele está no uso descarado dos acostamentos nas estradas. E está, principalmente, na luz amarela do semáforo. No Brasil, ela é um sinal para avançar, que ainda dá tempo – enquanto no Japão, por exemplo, é um sinal para parar, que não dá mais tempo. 
Nada traduz melhor nossa sanha por avançar sobre o outro, sobre o espaço do outro, sobre o tempo do outro. 
Parar no amarelo significaria oferecer a sua contribuição individual em nome da coletividade. E isso o PIB prefere morrer antes de fazer.

Na verdade, basta um teste simples para identificar outras atitudes que definem o PIB: liste as coisas que você teria que fazer se saísse do Brasil hoje para morar em Berlim ou em Toronto ou em Sidney. Lavar a própria roupa, arrumar a própria casa. 
Usar o transporte público. 
Respeitar a faixa de pedestres, tanto a pé quanto atrás de um volante. Esperar a sua vez. 
Compreender que as leis são feitas para todos, inclusive para você. 
Aceitar que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmo deveres – não há cidadãos de primeira classe e excluídos. 
Não oferecer mimos que possam ser confundidos com propina. 
Não manter um caixa dois que lhe permita burlar o fisco. 
Entender que a coisa pública é de todos – e não uma terra de ninguém à sua disposição para fincar o garfo. 
Ser honesto, ser justo, não atrasar mais do que gostaria que atrasassem com você. 

Se algum desses códigos sociais lhe parecer alienígena em algum momento, cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus do PIB. Reaja, porque enquanto não erradicarmos esse mal nunca vamos ser uma sociedade para valer.

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Às vezes, temos que nos fingir de bobos...

ÀS VEZES, TEMOS QUE NOS FINGIR DE BOBOS PARA VER ATÉ ONDE CHEGA A FALSIDADE ALHEIA… 
Marcel Camargo  (*)  - 6 de outubro de 2016

fingir-de-bobos-dentro

Certas pessoas subestimam a nossa inteligência, agindo como se não fôssemos capazes de perceber o quanto estão sendo maldosas, o quanto são fingidas, o quanto não são nossas amigas de fato. 
Teremos que conviver com quem não gostaríamos, em algumas situações que nos forçarão a isso, porém, caberá a nós não sermos sugados para dentro de suas tempestades.

Em todos os setores da vida, existirão indivíduos que não gostam de ninguém, tampouco de si mesmos, que vivem insatisfeitos com tudo, de olho nas vidas alheias, para envenenar tudo o que tocarem com sua maledicência, com a maldade que domina seus corações. Eles são infelizes e pretendem disseminar sua infelicidade, pois não suportam ver ninguém alegre – a luz lhes ofusca os olhos.

Infelizmente, a vida real é recheada de vilões, tais como aqueles das novelas, filmes e livros, e nos depararemos com eles, uma hora ou outra. Teremos que nos manter equilibrados e fortes, pois a miséria emocional costuma contagiar ambientes e pessoas, ou seja, quanto mais seguros estivermos quanto a tudo o que nos faz felizes e ao que somos de fato, nada nos distanciará de nossa essência.

Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. 
Precisaremos ouvir as fofocas, assistir às dissimulações, fingindo acreditarmos nas fantasias maldosas do colega. 
Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil, pois ele está acostumado a sustentar inverdades e não largará mão disso. Provavelmente, nós é que esgotaremos nossas forças inutilmente.

O melhor que temos a fazer, nesses casos, é manter o nosso equilíbrio, exercitando a calma e a paciência, observando, como meros espectadores, ao desenrolar dos fatos. Mais cedo ou mais tarde, sem dúvidas, tudo se esclarece, pois, a verdade vem à tona, sempre, ninguém foge às consequências do que se faz, do que se é. E então a pessoa sucumbirá ao peso de toda maldade que plantou em seus jardins.

Às vezes, até seremos nós que desmascararemos quem finge e dissimula, sim, pois poderemos estar sendo alvo direto dessa maldade. 
Mesmo assim, a paciência é que determinará o momento certo de agir. O exercício da tolerância, da calma e da paciência, como se vê, será essencial para que sobrevivamos com saúde a tudo de desagradável que encontraremos pela frente.

Assim é que poderemos sempre, ao final do dia, voltar e nos fortalecer junto a quem nos ama de verdade, sem fingimento. É isso que faz a vida valer a pena.

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(*) Marcel Camargo
Graduado em Letras e Mestre em "História, Filosofia e Educação" pela Unicamp/SP, atua como Supervisor de Ensino e como Professor Universitário e de Educação Básica. É apaixonado por leituras, filmes, músicas, chocolate e pela família.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Gente mórbida

A gente entra no facebook para 'falar' com os amigos, para tentar uma convivência mesmo a distância, para tornar nosso dia suportável diante de tanta loucura do mundo e o que acontece...?
Réplicas de notícias estarrecedoras.
Quer saber? Pra mim, por hoje, já deu! Juro, tô até passando mal.
Fui.
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Ah, me esqueci de 'agradecer' : Obrigada por ter 'ferrado' o meu dia às 09 h e 40 min.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Iniciante

Treinando fotografia, arte que sempre admirei mas para  qual nunca tive  talento...


Pertinho de casa, na outra margem do rio
27 de janeiro 2017